Feb 18

Primavera 2011

Capa da publicação n.º 6 - Primavera 2011

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escrito por alex \\ tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

5 respostas a “Publicação n.º 6”

  1. Tweets that mention Publicação n.º 6 » A Folha - Cultura canábica para adultos -- Topsy.com Says:

    […] This post was mentioned on Twitter by Alma Rastafari, Cultivo Medicinal. Cultivo Medicinal said: RT @sergio__vidal: Nova edição da Revista A Folha, de Portugal. Essa também tem um artigo meu! 😀 – http://www.a-folha.com/?p=315 […]

  2. amigodafolha Says:

    Quero reportar um erro nesta edicção da folha:

    No artigo chamado “COLHEITA CUIDADOS A TER qUANDO CORTAR MANICURE SECAGEM E CURA”, onde diz:
    “Afinal, é ali que estão os principais canabinóides
    psicoativos presentes na canábis: o CBD, que descarboxila
    e se degrada no famoso THC, e ainda o CBN, que resulta da
    degradação do THC. ”
    Isso está parcialmente errado.
    O CBD não descarboxila em THC. O que descarboxila em THC é o ácido de THC(THCA). O canabidiol(CBD) é um percursor natural do THC e é transformado em THC mas não por descarboxilação.
    Além disso acho que a transformação de CBD para THC não se pode chamar de degradação porque faz parte de um processo “vivo”.

  3. Lourenço Says:

    ja li a revista 3,4,6 e agora vou ser um leitor activo!

  4. alex Says:

    Obrigado pela correção amigodafolha. A informação errónea já foi removida no pdf da edição online.
    Na secção “SECAGEM” o processo de descarboxilação está bem descrito mas no local que indicou, por lapso de revisão, estava incorreto.

  5. LpActivista(Tricomas) Says:

    Desde da 1ª edição até a 6ª. Simplesmente, magnificas.

    Sendo, eu um usuário de canábis medicinal, tornei-me um leitor assíduo.

    É como ter a “hortadacouve”, mas em papel, mais clara e límpida, focada, com potenciais para chegar a todo o público, independentemente do género.

    Fomentem sempre o lado sustentável e da defesa do auto-cultivo e auto-consumo, e quem sabe um mercado legal de venda com preços justos e dando trabalho aos que cultivam pois isto além de um passatempo lúdico e terapêutico( eu falo por mim que me relaxa ), é trabalho. Para quem não tem aptidão para tal, podendo arrecadar o seu produto fiável e com qualidade, em contrapartida, o cultivador ser remunerado pelo seu trabalho. Nada mais que isso. não é remunerar os traficantes. Isso chega. Esses indivíduos já tiveram na suas mãos muitas oportunidades para mudarem o rumo, mas preferem ter lucros absurdos e continuarem a criar ondas de violência e crime. Apesar de que o mundo da venda de canábis em Portugal, não seja uma coisa de outro mundo, se formos a ver até é bastante pacifico. porque em geral os consumidores de canábis, são pacíficos. Enquanto que a realidade do mundo da “placa de polén e sabonete de ganza” é bem diferente, pertencendo ao mesmo campo. o mundo do haxixe, acaba por denegrir a imagem da canábis. Este mundo é uma porcaria, já estive nele e destruíram-se amizades e atrasou bastante as vidas das pessoas nele envolvidas. Isto na minha óptica. claro que também neste mundo em questão, este também tem indivíduos com boa mentalidade, pois são esses consumidores, que por várias razões não têm acesso ao mundo canábico, acabando por se magoarem.

    De resto, continuem, estou super ansioso pela edição de verão. Que já deve estar p’ra sair.

    Com os melhores cumprimentos.

    LpActivista

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